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Em função da pandemia do coronavírus, os cofres foram abertos sem dó nem piedade em Rondônia. Assembleia cortou, Tribunal de Contas cortou, até o TJ e MP deram um jeitinho de enxugar para sobrar dinheiro.

A pergunta que fica é, o que foi feito de efetivo com esses recursos até agora? Falou-se em dinheiro para comprar respiradores, ampliar rede de UTI, melhorar a rede pública de saúde.

Porém, de concreto mesmo até agora só o decreto que reduziu gente nas ruas e fechou comércio (medidas válidas, diga-se de passagem) mas que estão sendo revistas em nome da ‘recuperação econômica’.

Tá, e os 10 milhões que a Assembleia repassou para compra de respiradores, cadê esses equipamentos? Onde estão os 50 milhões que o TCE entregou ao Executivo estadual ainda ano passado para ajudar na construção do novo João Paulo II?

Entre todas as medidas adotadas pelo governo de Rondônia, nenhuma teve como foco um reforço ou complemento do auxílio proposto pelo governo federal de pagar 200,00 para trabalhadores autônomos ou famílias em situação de risco econômico, e pelo rumo que as coisas estão tomando, em no máximo uma semana, o país deve voltar a normalidade (mesmo com risco de ampliar o número de infectados), e o ‘dinheiro excedente’?

A população espera que pelo menos a rede pública de saúde do estado melhore, já que as torneiras estão abertas e os canos estourados, no que diz respeito as compras para o setor.

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Jornalista, consultor em comunicação e gestão de crise