Audiência sobre lockdown virou festa com 53 participantes; cada qual puxando a sua sardinha

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A audiência de conciliação que deveria servir para embasar o juiz Edenir Sebastião sobre o fechamento ou não da cidade de Porto Velho, conforme solicitado pelo prefeito Hilson Chaves, virou uma ‘aglomeração virtual’ com 54 participantes, e todos querem falar.

Agora há pouco o juiz disse que ‘vai abrir para ouvir todos’, mas pediu que sejam breves em suas falas, “é para contribuir”, afirmou o magistrado.

Representantes do Tribunal de Contas, Governo do Estado, prefeitura de Porto Velho, comerciantes, especialistas estão inscritos.

Francisco Holanda, representante do grupo “Pensar Rondônia”, que fala pelos comerciantes e empresários, que briga pela abertura irrestrita do comércio, disse estar defendendo duas vidas, “a das pessoas e dos CNPJs”, e propôs o ‘isolamento por região da cidade”. Segundo ele, os micro empresários não aguentam mais e que 25% dessas empresas já fecharam. “As pessoas não ficam em casa. Quero ver fechar na zona leste, Orgulho do Madeira, estado e município não tem capacidade de fazer as pessoas ficarem em casa”, disse.

A representante do Cremero disse que o maior problema é “o passado histórico dos baixos salários dos médicos” e negou que falte médicos no Estado, conforme o Secretário de Saúde havia alegado. Ela também destacou que a falta de segurança vem se tornando um problema para os profissionais de saúde. Ela também destacou que quando o comércio foi flexibilizado, houve uma demanda aumentada nas UPAs, e que agora pela manhã, ela não soube precisar qual, tem 30 pacientes internados sentados. O Cremero finalizou apoiando o isolamento social e restritivo e que essas medidas seja, de fato, cumpridas e cobrou um plano de ação efetivo, “só assim poderemos voltar a vida normal, e normal não é ir para o Espaço Alternativo, e sim, que pare de morrer gente”.

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