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Em 2017, Vinicius Miguel defendeu em artigo, as “relações poliamorosas”

Relacionamentos poliamorosos podem constituir famílias e como tal, devem ser reconhecidos e não discriminados: se existem aquelas/es que conseguem pautar o amor por substratos outros que não aqueles da monogamia efetiva (ao invés da meramente promissária), da culpabilização e da repressão afetivo-sexual, com quais fundamentos jurídicos poderia o modelo societal-jurisdicional sonegar a identidade e direitos para tais organizações familiares? Cada uma/um tem sua própria estruturação psíquica, sua peculiar constituição subjetiva e seus desejos (inconscientes, inconfessáveis, compreendidos ou não). Sobre isso, descabem julgamentos. Quanto a isso, resta-nos a avaliação raulseixista: “Por que cargas d’águas / Você acha que tem o direito / De afogar tudo aquilo que eu / Sinto em meu peito (?!)” (Sapato 36 – Raul Seixas).

O trecho acima foi retirado de um longo artigo intitulado “Amor só dura em liberdade”: aportes para a compreensão jurídica de entidades familiares poliamorosas”, publicado em blogs especializados em Direito pelo candidato à prefeito de Porto Velho, Vinicius Valentin Raduan Miguel.

O artigo foi ressuscitado nesta semana e deve causar dor de cabeça a Raduan, que tem passado mais tempo se defendendo de agendas defendidas por ele em passado recente que propriamente fazendo campanha.

Miguel é professor na Universidade federal de Rondônia. Abaixo, a íntegra do artigo:

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