Envie para seus amigos

Concorrentes também alegam que, quando ganham certame, governo cancela processo licitatório

As compras feitas pelo Governo de Rondônia precisam ser auditadas urgentemente pelos órgãos de controle e um bom começo são os processos vencidos por empresas representadas por Maíres de Carli, que foi sócia do chefe da Casa Civil Júnior Gonçalves na empresa RCC Alimentos, uma espécie de ‘Herbalife’ de cestas básicas.

Além da suspeitíssima e milionária venda de kits de testes rápidos que deveriam ter sido entregues no dia 17 de abril e não foram, e fora o fato dos mesmos não terem sequer registro na Anvisa, ela também conseguiu a proeza de vencer um chamamento público, entregando a documentação exigida fora do prazo.

De acordo com o jornalista Paulo Andreoli, do Rondoniaovivo, “no dia 7 de maio, empresários se habilitaram para Registro de Preços do Governo de Rondônia para aquisição emergencial de materiais de consumo e EPI’S (máscara, álcool em gel, luvas, etc…) , para atender aos órgãos da Administração Direta e Indireta do Governo do Estado de Rondônia. No edital “os itens 1, 2, 4, 5, 16 e 17 (descritos no Termo de Referência), foram divididos em 04 (quatro) lotes com quantidades iguais conforme SAMS, visando ampliar a competição, sem comprometer os objetivos pretendidos com a contratação, permitindo a participação tanto de empresas de grande porte quanto micro empresas e empresas e pequeno porte”. E desta forma na proposta cada licitante deveria ofertar o preço apenas para um (01) lote de cada item que foi parcelado“.

Empresários fizeram contato com PAINEL POLÍTICO e narram que em pelo menos duas situações foram prejudicados em processos licitatórios. Um deles, o chamamento 067 para compra de máscaras de tecido foi cancelado quando uma empresa que não era ‘amiga’ venceu. Outro processo foi aberto.

blogpainel

blogpainel

Jornalista, consultor em comunicação e gestão de crise

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *