Exército desmente e desautoriza “autores militares” que escreveram artigos publicados no Rondoniaovivo

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O jornal eletrônico Rondoniaovivo publicou uma série de quatro artigos supostamente assinados por “militares da reserva”. “As FFAA e o governo Bolsonaro”, assinado por um tal “coronel da reserva”, que também assinou “a terceira guerra mundial já começou?”. Outro “A FNSP e uma nova versão ambiental” foi assinado com o pseudônimo de “coronel Brasil – aposentado” e “Colégios mIlitares: um modelo de sucesso que precisa ser valorizado”, de autoria de um tal “Capitão Roberto” que também se diz aposentado”.

Trecho da nota enviada pelo EB ao Rondoniaovivo

Lá na caserna a coisa soou muito mal. Nesta quinta-feira, a 17° Brigada de Infantaria de Selva encaminhou uma nota de esclarecimento que desqualifica totalmente os tais “da reserva”, informando que eles “não são militares da ativa nem da reserva do Exército Brasileiro”. A nota ainda informa que “os militares da ativa e da inatividade possuem regramentos específicos e limitações impostas pela Constituição em seu
Art. 142 e, principalmente, pelo Estatuto dos Militares – Lei nº 6880, de 9 de dezembro de 1980, o qual estabelece as prerrogativas, deveres e obrigações dos militares”. E ainda esclarece, “o Comandante do Exército Brasileiro é a autoridade responsável por expressar o posicionamento institucional da Força e tem se manifestado publicamente sobre os temas que considera relevante”.

O problema é que o nome das forças armadas virou arroz de festa em terra de doido que anda pedindo “AI-5”, “fechamento de Congresso” e “prisão de ministro do STF”.

Qualquer maluco com um quepe na cabeça acredita firmemente que está “prestando um grande serviço à nação”. Seria bom o Exército identificar quem são os “escribas” e colocar essa turma para capinar o entorno do 5° BEC, porque pelo jeito, tem muita gente sem ter o que fazer, doida pra ser militar.

Para ver a sandice na íntegra, CLIQUE AQUI

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Jornalista, consultor em comunicação e gestão de crise