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Justiça Eleitoral julga improcedente ação penal contra Edwilson Negreiros

Em 2012 o vereador Edwilson Negreiros (PSB) teve o mandato cassado pela suposta prática de compra de votos ocorrido durante a campanha eleitoral de 2012. Naquela época foi impedido de tomar posse na Câmara de Vereadores, mas recorreu e a cassação foi revertida à unanimidade pelo TSE, que além de determinar sua posse imediata, anulou todo o processo por reconhecer que houve patente flagrante preparado pelos agentes públicos.

Em seguida o Ministério Público eleitoral propôs outra ação penal contra o Presidente da Câmara, também relativo a eleição de 2012, todavia em relação a outros fatos.

Segundo constou na denúncia o vereador Edwilson supostamente comprou votos de eleitores, por oferecer a eles diversas benesses, dentre as quais transporte de ônibus, consultas médicas e nomeações em cargos públicos.

Entretanto tal tese não convenceu o magistrado Frankin Vieira, que entendeu não haver qualquer prova da compra de votos, pois uma condenação afastando uma imensidão de votos de pessoas que se viram representadas reclama uma certeza de que se está lidando com um candidato desonesto e essa conclusão não foi alcançada no processo, finalizou o juiz.

A reportagem entrou em contato com o escritório de advocacia que defendeu o vereador, Camargo, Magalhães e Canedo, que por meio do advogado Nelson Canedo disse que a sentença foi cirúrgica e de uma sensibilidade que há tempos não se via na seara eleitoral, que merece um olhar diferenciado em relação a outros ramos do direito, pois envolve a representatividade popular materializada num determinado agente político.

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Jornalista, consultor em comunicação e gestão de crise

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