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Notas aleatórias de 3ª feira – investigação apura movimento de pelo menos um parlamentar que estaria ‘se bandeando’ para o lado da Energisa

Marcos Rocha não assina

Como era de se esperar de alguém que largou a própria posse para ir bajular a de Jair Bolsonaro, o governador quarentenado Marcos Rocha (PSL) não assinou a carta de apoio ao Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica, o FUNDEB, mais por puxação de saco mesmo que por entender do que se trata e a importância deste recurso para o Estado. O documento foi assinado por governadores de 20 estados, menos Rondônia, Rio Grande do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Amazonas e Santa Catarina. Abaixo, a imagem dos (des)governadores, para que não restem dúvidas.

Auxílio emergencial

O advogado Breno Mendes entrevistou o ministro Onyx Lorenzoni na última segunda-feira em um programa de rádio em Porto Velho onde eles abordaram o auxílio emergencial, pagamentos, dúvidas, calendário, etc. O áudio tem circulado em grupos de Whatsapp e tem garantido elogios a Mendes, que é pré-candidato à prefeitura da capital.

Fora da disputa

O articulista Robson Oliveira divulgou nesta terça-feira que o prefeito de Porto Velho Hildon Chaves não é candidato à reeleição, mas está de olho na sucessão de Marcos Rocha em 2022. A bem da verdade, após ter vendido seu grupo educacional, não vai ter muita coisa segurando Hildon em Rondônia, e após sua insípida passagem pela prefeitura, é difícil imaginar que ele tenha cacife político para disputar o governo, mas, como na política tudo é possível…

Na pressão

Quem deve disputar o governo é Marcos Rogério, atualmente senador da República, mas por um motivo além de querer ser governador. Rogério teria um acordo com seu suplente, o advogado Samuel Pereira de Araújo, que aguarda ansioso para ocupar a cadeira no Senado, afinal foi ele quem bancou praticamente toda a campanha. Mas isso só vai acontecer se Marcos Rogério conseguir ser eleito. O segundo suplente na chapa é o Pastor Severino, que até hoje tem uma passagem nebulosa pela Operação Kamikaze

Mas, vamos falar de 2020

O cenário para a disputa da prefeitura de Porto Velho, com ou sem Hildon Chaves, não é dos mais animadores. Um dos nomes mais discretos é o de Mauro Nazif, que já administrou a cidade, e garante que está novamente no páreo. Quem andou aparecendo também foi Lindomar Garçon. E assim caminha a disputa…

Nem ai…

O governo não aliviou juros e multas do IPVA e isso vem causando revolta na população, que já anda com dificuldades de honrar as contas por conta da pandemia. Mas o quarentenado não tá muito preocupado com isso não. É pagar ou pagar.

Olho no Legislativo

O governador quarentenado ainda trabalha para perdoar a dívida da Energisa e outras 212 empresas, totalizando uma renúncia fiscal que pode chegar a R$ 10 bilhões. Outra mensagem foi encaminhada à Assembleia para ser votada. A informação partiu de Laerte Gomes, presidente da Casa.

Falando em Energisa

Circula a informação que ao menos um parlamentar estaria ‘negociando’ com a empresa, que é alvo de uma CPI na Assembleia. A polícia já está de olho. O nome do santo, não sei. Se confirmado, é uma tremenda sacanagem com a população de Rondônia.

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