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O incrivelmente covarde jogo de empurra entre o prefeito de Porto Velho e o governador de Rondônia

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Hildon Chaves não tem coragem de decretar lockdown na cidade que administra, tampouco consegue assumir isso publicamente. Como é comum nesse tipo de gente, tenta cooptar arrumar um culpado, e achou, Marcos Rocha, o governador de Rondônia que não tem coragem de decretar medidas duras de restrição com medo dos lojistas que ‘pensam Rondônia’.

Como ambos não tem coragem, o coronavírus tem, e está fazendo a festa.

Hildon, como bom tucano, tenta agora empurrar o abacaxi para o judiciário, que nada tem a ver com a situação, e quer que a justiça obrigue o governador a fazer uma coisa que é sua obrigação, conforme estabeleceu o Supremo Tribunal Federal recentemente que a competência concorrente, tanto o Estado quanto o município tem poder para definir as medidas de prevenção. Como o governador se recusa estabelecer a medida conjuntamente, cabe ao prefeito decretá-la.

O prefeito de São Miguel do Guaporé já demonstrou isso na prática, ao decretar lockdown sem apoio do governo, quando a pandemia começou. Mas, pressionado por gente que ‘pensa Rondônia’, achou que podia liberar e o município agora vive o caos.

Hildon Chaves pode tranquilamente decretar lockdown e tem as ferramentas de controle necessárias para isso. Ele tem agentes da Semtran, tem vigilância sanitária e tem até a PM, basta solicitar.

O problema Rondônia, além da pandemia de coronavírus também sofre com uma epidemia de falta de coragem nos governantes. Enquanto isso, mais de 11 mil pessoas estão infectadas. E o governador pode ter contribuído para aumentar ainda mais esse número, já que ontem, resolveu fazer um evento com mais de 100 pessoas aglomeradas para entregar um hospital, que já deveria ter sido entregue há mais de 60 dias.

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