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PM amotinada é ameaça à população civil; quem incita esse tipo de ação, não sabe o que é terror; relembre

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A Polícia Militar em Rondônia protagonizou alguns episódios violentos no passado recente quando amotinou-se por questões salariais e melhorias nas condições de trabalho. E a nossa PM é uma das melhores do país, com pouquíssimos episódios de violência, envolvimento com milícias ou desaparecimentos suspeitos, como ocorrem em outras regiões.

Os episódios mais marcantes envolvendo a polícia militar dizem respeito ao conflito que ficou conhecido como Massacre de Corumbiara, nos anos 90 quando foram assassinadas 19 posseiros na Fazenda Santa Elina, quando a PM foi cumprir ordem de reintegração.

Desde então, muita coisa mudou, inclusive os investimentos que foram feitos ao longo dos anos na tropa, até a exigência de nível superior para integrar as fileiras da corporação.

Mas, quando o Estado era governado por Ivo Cassol, em 2008, um movimento encabeçado pelas mulheres dos policiais militares trouxe a violência às ruas. Evidente que nenhum PM iria agir contra as esposas dos colegas de farda, da mesma forma que agem contra outras categorias em greve. Foram noites e dias de terror, com assaltos ocorrendo em várias regiões da cidade e mortes. Uma delas foi do policial civil Pedro Marcelo, que abriu uma crise entre as policias. Ele morreu ao tentar impedir assalto a Casa do Padeiro, na Rua Raimundo Cantuária. Naquele fim de semana trágico, seis pessoas foram assassinadas, e mais de 30 assaltos registrados. As esposas dos PMs furavam pneus de viaturas para evitar que seus maridos atendessem ocorrências, sob o olhar complacente da maioria.

Em 2011, já tendo o Estado sob o comando de Confúcio Moura, a situação se repetiu, só que com mais violência, e até registro de confrontos, conforme mostra um vídeo da época:

Neste movimento, Exército e Força Nacional foram usados para tentar amenizar a crise. A BR 364 chegou a ser bloqueada pelos PMs amotinados, que eram incitados pelo então presidente da recém-criada Assfapom, entidade que agrega os familiares dos policiais e bombeiros, presidida por Jesuíno Boabaid, que chegou a ser preso e expulso da PM, e reintegrado algum tempo depois.

Enquanto policiais estavam amotinados nas ruas, a população vivia sobre intenso terror, sem poder sair às ruas, temendo uma bala perdida, ou ser assaltado em plena luz do dia por falta de policiamento. Além disso, vários episódios de violência, como explosão de caixas eletrônicos em vários pontos da cidade foram registrados, e acredita-se que havia envolvimento de policiais, mas isso nunca foi devidamente investigado.

Após o motim, os envolvidos passaram a pressionar deputados para obter perdão, já que Polícia Militar não tem direito à greve.

Atualmente, alguns políticos irresponsáveis querem provocar motins de policiais militares por todo o país, e chegam a encontrar apoio em parte da população, que nunca viveu tal clima de terror, ou se vivenciou, já esqueceu.

1 comentário em “PM amotinada é ameaça à população civil; quem incita esse tipo de ação, não sabe o que é terror; relembre”

  1. AGORA É DIFERENTE OS PMS NÃO QUEREM AUMENTO DE SALÁRIO, QUEREM TRABALHAR CAÇANDO E PRENDENDO BANDIDOS E NÃO OPRIMINDO TRABALHADORES HONESTOS.
    🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷

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