Polícia Civil e Saúde querem tratamento isonômico em relação à PM, em Rondônia

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Os policiais civis querem o mesmo reajuste que for dado à Polícia Militar, em Rondônia. A categoria alega que, na gestão de Ivo Cassol, quando foi concedido o último reajuste, o salário da Polícia Civil era o 4° do país, e atualmente é o 17°.

De acordo com informações extra-oficiais, o governo queria enviar um plano de reestruturação salarial da Polícia Militar, garantindo realinhamento total de 30% em três anos, mas a Polícia Civil também quer o mesmo. Os profissionais de Saúde também estão de olho na movimentação do realinhamento da PM, e querem o reajuste também.

E é aí que está a grande questão. Praticamente todas as categorias estão aguardando que o governo encaminhe os projetos para a Assembleia Legislativa, mas o Executivo vem empurrando com a barriga. Na Assembleia, os deputados aguardam a chegada dos projetos para serem votados, “por aqui não chegou nada”, declarou um parlamentar.

Um dos que mais tem feito pressão sobre o governador Marcos Rocha, é o atual comandante da PM, coronel Mauro Ronaldo Flôres Corrêa, que já havia alertado o governador, afirmando que “seria muito difícil segurar a tropa após março”. O mês começou, e o governo ainda não se mexeu.

Enquanto isso, os ânimos se acirram. No fim de semana, uma nota da Associação dos Oficiais Policiais e Bombeiros Militares de Rondônia (ASOF), repudiou a fala do Diretor Geral da Polícia Civil, Samir Fouad Abdoud, que em reunião na sexta-feira passada, classificou o movimento da PM do Ceará como “bagunça”.

Até agora o governo não se manifestou sobre os realinhamentos.

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