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O caso das falsas conversas que teriam sido atribuídas ao Chefe da Casa Civil Júnior Gonçalves, que circularam em grupos do Whatsapp em agosto de 2019 e causaram um tremendo mal estar no primeiro escalão do governo de Marcos Rocha está rendendo.

A pedido de Júnior Gonçalves, a DRACO, delegacia que investiga o crime organizado em Rondônia, instaurou inquérito para apurar as responsabilidades sobre o caso. Esta semana aqui no BLOG mostramos com exclusividade o resultado do inquérito, que indiciou três pessoas, sendo dois advogados “da cozinha” do governador, que, de acordo com a conclusão das investigações, queriam “derrubar” Gonçalves e emplacar o nome de Antônio Campanari na Casa Civil. Tá boiando no assunto? CLIQUE AQUI antes de prosseguir.

Pois bem. Os advogados apontados como responsáveis, ingressaram na justiça contra o delegado Marcelo Cozac Bomfim, que comandou as investigações. O  juiz Pedro Sillas Carvalho, da 1ª Vara Criminal, anulou todo o inquérito por ter sido, segundo ele, aberto de maneira ilegal.

Os advogados Richard Campanari, Erika Camargo Gehhardt e Luiz Felipe da Silva ingressaram com pedido de habeas corpus contra ato do delegado Marcelo Cozac Bomfim, da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas e Organizadas. No habeas corpus, os advogados pediram ao juiz o trancamento do inquérito “por ausência de indícios de justa causa”.

Mas, os envolvidos apenas ganharam tempo. Um novo inquérito foi aberto, e está em andamento, já com oitiva de testemunhas.

O advogado Luiz Felipe já foi exonerado das funções que ocupava no governo.

Pelo jeito, a fraude dos prints ainda vai render muita dor de cabeça nos próximos meses.

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Jornalista, consultor em comunicação e gestão de crise