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Rondônia tem três grande lideranças no Congresso e Marcos Rocha segue em ‘berço esplêndido’

Rondônia tem uma bancada federal de 11 congressistas, 8 deputados e 3 senadores e pela primeira vez o Estado conquistou espaços importantes no Congresso Nacional.

O deputado federal Léo Moraes assumiu em fevereiro a liderança do Podemos, um dos partidos mais influentes atualmente junto ao governo.

Esta semana o deputado federal Lúcio Mosquini (MDB) assumiu uma das vice-lideranças do governo na Câmara dos Deputados. Mosquini já é líder da bancada federal, com essa ‘promoção’ vai fortalecer ainda mais as relações com o governo federal, o que é importante para o Estado, principalmente no que diz respeito a investimentos e liberação de emendas e projetos.

No Senado, Marcos Rogério (DEM) assumiu a vice-liderança do governo e é um dos nomes mais prováveis para assumir algum ministério até o fim do ano. Só depende dele aceitar.

Com essas lideranças, o Estado passa a ser um importante protagonista na Casa. Agora só falta um alinhamento com o governo estadual, que continua patinando em termos de relações com a bancada.

E também erra feio na representação do Estado em Brasília, que virou um cabide de emprego sem nenhuma função prática. Passou da hora de colocar a máquina para funcionar.

Marcos Rocha tem uma oportunidade única como governador, e precisa saber aproveitar. Além das liderança no Congresso, conta ainda com um vice-líder na Assembleia, o deputado Jair Montes (Avante) que vem dando fôlego a seu governo que estava para ‘coalhar o sangue’ de tão parado.

Precisa resolver a vacância da liderança no legislativo estadual e deixar que os líderes articulem políticas públicas e captação de recursos para Rondônia. O time é bom, quem trava mesmo é o governador e alguns assessores que ainda estão deslumbrados. Já passou da hora de começar a trabalhar de verdade. Já ajudou os amigos que precisavam. Pode trocar e começar a tocar o barco.

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Amizade com presidente não quer dizer nada atualmente. Se fosse assim Carla Zambelli não teria sido escanteada e Coronel Chrisóstomo era líder do governo. Força tem quem conta com grupo e articulação política. Se Rocha continuar assim, em breve ele passa a se tornar ‘dispensável’. Política é interesse e não amizade.

Jornalista, consultor em comunicação e gestão de crise

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