Secretário de saúde minimiza denúncia sobre o ‘hospital escondido’

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O secretário de Saúde do Estado de Rondônia Fernando Máximo minimizou em coletiva a denúncia feita pelo deputado federal Léo Moraes sobre o CERO, uma unidade de saúde com 52 leitos que nunca foi usada. De acordo com o Secretário, o centro não foi usado porque “não tem um gerador de energia”.

De acordo com Máximo, “faltam muitas coisas para serem finalizadas”, disse ainda que não tem médicos para atender. O secretário disse ainda que o CERO nunca foi ‘escondido’, que ele próprio chegou a divulgar em suas redes sociais e que a TV Rondônia teria produzido uma reportagem sobre o local.

Sem citar nomes, ele disse que o deputado Léo Moraes seria, “algumas pessoas sensacionalistas que infelizmente, ajudam pouco, mas querem se mostrar muito”.

O CERO foi construído em uma parceria entre o governo do Estado e empresários, e possui 52 leitos clínicos prontos, que poderiam ser todos transformados em UTIs com um pequeno investimento. Mas, ao invés de priorizar a unidade, o governo optou por pagar R$ 12 milhões em uma maternidade particular, que levou mais de 60 dias para ser entregue. As críticas do deputado Léo Moraes dizem respeito exatamente a essa inversão de prioridades, “se o governo tivesse se empenhado, teria concluído o CERO há meses atrás, e não teria a menor necessidade de comprar um hospital. O que falta é planejamento”, declarou nesta sexta-feira pela manhã o parlamentar à PAINEL POLÍTICO.

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