Servidor da SEJUS que denunciou falhas nas tornozeleiras está respondendo processo administrativo

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Em agosto do ano passado, alguns sites de Rondônia divulgaram vídeo mostrando a facilidade que os apenados tinham em burlar o sistema das tornozeleiras eletrônicas fornecidas pelo governo. Vídeos mostravam que os apenados conseguiam tirar o lacre e deixar os dispositivos em casa, carregando, enquanto iam para a rua e poderiam cometer todos os tipos de crimes, já que as tornozeleiras serviriam de álibi.

Por conta dessa denúncia, que mostrava essas falhas, o governo de Rondônia instaurou um processo administrativo contra o servidor da SEJUS que mostrou o problema, ao invés de corrigir.

Na manhã desta quinta-feira, o Ministério Público deflagrou a operação Armagedon que apura irregularidades nos contratos das tornozeleiras, que tiveram início ainda em 2011, quando a SEJUS era comandada por Míriam Spreáfico.

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